Historial

          Fundado em Abril de 1977, é um dos poucos corais amadores do concelho de Barcelos. Escolheu a sua designação indo buscar o nome pelo qual se designavam estes povoados, antes das inquirições de 1192: TERRA DE MAGISTROI. Posteriormente, com a vinda do grande senhor, João de Carapeços para a quinta da Madureira, ainda hoje existente (em parte) e face ao anterior desaparecimento da vila castreja dos Magistrói, (palavra de origem grega que significa: os aguerridos), o povo, no decorrer dos tempos, sobrepôs à antiga designação, o actual antropónimo.

          É constituído por cerca de 50 elementos. Gente simples, alegre, hospitaleira e receptiva, que perfaz no grupo um misto de idades e profissões, formando uma gama etária dos 14 aos 70 anos.

          Santiago de Carapeços dista da sede do concelho 6 klms e é fatiada pela estrada que liga Barcelos a Ponte do Lima e pela linha férrea (do Minho) Barcelos - Viana do Castelo - Valença.

          A natureza foi pródiga com esta miniatura de paraíso, onde há abundância de sol, de água, de alegria e onde a tradção da cantoria vem já de um passado longínquo, talvez da pré-história, porque sempre foi uma terra fértil, e onde há fartura há alegria. Um povo farto canta e dança.

         O coral Magistroi nasce assim, espontaneamente, organizado por um punhado de entusiastas chefiados pelo seu primeiro director, major Franklim Coutada. Por entreposta informação, descobrem um director artístico, recém chegado de Angola, ex-director do OUL - Orfeão Universitário de Luanda, Manuel Santos Fonseca, ainda hoje detentor da batuta deste garboso grupo coral.

          Porta-voz deste pequeno rubicão e do concelho de Barcelos, já actuou a solo ou participou em encontros com grupos congéneres, em todas as regiões portuguesas, do Minho ao Algarve, assinando também arte na Galiza, em Madrid e em Vierzon - França.

          O Coral Magistroi considera-se irmão de todos os povos e interpreta temas de toda a Terra, sob o lema:  "seja o mundo inteiro um orfeão".